Reciclem a receita extra, ou então estejam quietos!

Vejam no Jornal de Negócios de hoje esta entrevista do meu co-autor, Alfredo Marvão Pereira, sobre a imperiosa necessidade de ficar em letra de lei que, caso se adopte um imposto verde (sobre o carbono), pelo menos 75 por cento da receita adicional seja reciclada na forma de uma redução da carga fiscal (IRS, TSU, e créditos fiscais ao investimento). Caso contrário, não estarão garantidos os ganhos em termos do PIB e do emprego. Este imposto não se destina a tirar 150 milhões de euros dos bolsos dos portugueses (algo que será 1000 milhões em 2030); destina-se a obter um triplo dividendo na forma de melhor ambiente, crescimento da economia, e mais emprego. Para ler, reflectir e discutir …

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Sobre Pedro G. Rodrigues

Professor no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, doutorado em economia pela Universidade Nova de Lisboa. Email: pgr.economist@gmail.com
Esta entrada foi publicada em Alterações climáticas, Ambiente, Crescimento económico, Finanças públicas. ligação permanente.

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