Em que nos devemos focar?

No número de infetados pelo COVID-19 ou no número de óbitos?

Parece-me que a resposta certa é na evolução do número de óbitos, por duas razões: 1) há países que testam mais que outros, e esses encontrarão um maior número de infetados (mas não terão necessariamente um maior número de óbitos – como é o caso da Alemanha), e 2) Alguns dos infetados recuperarão, mas os óbitos são finais.

Nota: Quanto mais se testar, maior será o número de infetados que encontraremos, mas a taxa de letalidade do vírus será menor porque estão incluídos casos menos graves. Para além da vantagem de, sabendo quem está de facto infetado, isolá-los da comunidade.

Sobre Pedro G. Rodrigues

Investigador integrado no Centro de Administração e Políticas Públicas (CAPP) e Professor Auxiliar do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, Universidade de Lisboa. Doutorado em economia pela Universidade Nova de Lisboa. Email: pedro.g.rodrigues@campus.ul.pt
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