Provas de doutoramento

É com algum orgulho, confesso, que vai a provas de doutoramento o meu primeiro (co)orientando (III Ciclo de estudos). É já no dia 5 fev. às 14:00.

https://www.youtube.com/channel/UCVilAhW1haTGlLiMmAq-Dfg

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Participação num curso de formação política

O Instituto de Ciências Jurídico-Políticas (ICJP) associado à Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa está a organizar um Curso de Formação Política, onde participarei no dia 17 abril das 10:00 às 12:00, juntamente com Tito Boeri, como orador sobre o tema da Segurança Social. Será a 7.ª sessão, inserida na Parte III – Contas Públicas, subordinada ao Módulo IV – Economia e Finanças Públicas.

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Webinar: A pandemia e a recuperação económica

https://rebrand.ly/ubuh2

Marquem desde já os vossos calendários para o dia 28 janeiro (quinta-feira) das 18:00 às 19:30 para um Webinar único, organizado pelo Centro de Administração e Políticas Públicas (CAPP) do ISCSP/ULisboa, no âmbito da Presidência Portuguesa da UE.

Numa das cinco sessões dedicadas à Europa, será a vez da Europa Resiliente, onde tenho o prazer de moderar um webinar (a transmitir pelo Youtube) que contará com a presença – já confirmada – de Constantino Sakellarides e de Ricardo Reis.

O Webinar estará estruturado em três partes:

Parte I – A pandemia está fora de controlo?

Parte II – A vacina é a luz ao fundo do túnel? e

Parte III – Em termos de política macroeconómica da atualidade, há mesmo um consenso TINA?

A não perder.

Peço, ainda, a vossa ajuda para eventuais perguntas que queiram colocar aos dois convidados. Podem usar os comentários aqui ou aguardar pela sessão e colocá-las no canal do Youtube.

http://capp.iscsp.ulisboa.pt/en/capp-clipping-2/news/item/2789-capp-webinars-european-presidency-the-5-europes
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Edição especial: Envelhecimento da população e políticas públicas

Está disponível a edição especial da revista do CAPP (Centro de Administração e Políticas Públicas), ISCSP-Universidade de Lisboa, dedicada ao tema ‘Envelhecimento da População e Políticas Públicas’ onde, juntamente com a Maria João Bárrios e o Feliciano Villar, fui editor convidado.

Leiam aqui o nosso Editorial.

Permitam-me que deixe publicamente uma nota de agradecimento à Maria João Bárrios pelo seu profissionalismo, empenho e dedicação incansável a esta edição especial da revista.

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Algum reconhecimento

É sempre muito bom quando personalidades de renome como o Gilbert Metcalf (Tufts University) e o James Stock (Harvard University) citam o nosso trabalho. Neste caso foi um artigo publicado em 2016 no Energy Policy com Alfredo Marvão Pereira e Rui Manuel Pereira.

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Duas novas publicações

Para quem tiver interesse, estão agora disponíveis na íntegra duas publicações que agora constam do n.º 28 da revista Lusíada. Economia & Empresa.

Uma Reflexão Sobre os Possíveis Efeitos Socioeconómicos da CoViD-19 [A Reflection On the Possible Socioeconomic Effects of CoViD-19], https://doi.org/10.34628/4j3h-hp67 e ainda

Portugal Vs. a OCDE: A Competitividade Orçamental em Análise [Portugal Vs. the OECD: Fiscal Competitiveness Under Analysis] (com o doutorando/meu orientando  Luís G. Pêcego), https://doi.org/10.34628/ata0-2717

Como sempre, todos os comentários são bem-vindos.

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Notícias no Twitter

Se quiserem saber onde acompanho notícias (em tempo real) sobre a CoViD-19 e sobre finanças e economia, cliquem na coluna do lado direito (em cima) logo a seguir a ‘Notícias a partir do Twitter’.

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Novo draft – Uma reflexão sobre os possíveis efeitos socioeconómicos da CoViD-19

Está disponível o resumo em português e em inglês do artigo Uma Reflexão Sobre os Possíveis Efeitos Socioeconómicos da CoViD-19[A Reflection On the Possible Socioeconomic Effects of CoViD-19].

Resumo. Esta breve nota resulta de uma reflexão do autor e pretende sistematizar num só texto os vários efeitos socioeconómicos que podemos esperar, resultantes da pandemia por CoViD-19. Alguns destes efeitos já estão em curso; outros poderão ou não se materializar, dependendo de eventuais alterações permanentes no nosso comportamento. Em todo o caso, este pretende ser um pequeno contributo estratégico com vista à formulação de melhores políticas públicas nos próximos tempos, numa altura em que os múltiplos stakeholders estão naturalmente muito ocupados na resolução de problemas mais imediatos.

Palavras-chave: Coronavírus; CoViD-19; Pandemia; Desemprego; Distanciamento social; Quarentena;

Abstract. This brief note is the result of the author’s reflection and aims to systematize in one text alone various socioeconomic effects we can expect, resulting from the CoViD-19 pandemic. Some of these effects are already ongoing; others may or may not materialize, depending on hypothetical permanent changes in our behavior. In any case, this aims to be a small strategic contribution with a view to formulating better public policies soon, at a time when the multiple stakeholders are naturally very busy solving more immediate problems.

Keywords: Coronavirus; CoViD-19; Pandemic; Unemployment; Social distancing; Quarantine;

 

Usando dados até 10 de abril 2020, a Figura 1 analisa os resultados para um conjunto alargado de países e faz um ponto de situação quanto à evolução do número acumulado de óbitos, vítimas por CoViD-19, e ainda quanto ao sucesso das medidas de contenção no achatamento das curvas epidemiológicas.

Logo à partida, uma explicação sobre o porquê de nos focarmos nos óbitos e não na evolução do número de infetados: estes últimos são um caso com resolução incerta – uns recuperarão, outros terão que ser hospitalizados, alguns desses serão internados com necessidade de cuidados intensivos, e uns virão a morrer. Em última análise, o sucesso de medidas de contenção mede-se através do número de óbitos. Pouco importará se há um grande número de infetados, desde que a mortalidade seja baixa. Entendemos assim o achatamento da curva epidemiológica como um forte abrandamento da evolução acumulada do número de óbitos, vítimas por CoViD-19.

Outra característica da Figura 1 é estar na escala logarítmica. Nesse contexto, uma linha reta representa um fenómeno com crescimento exponencial a evoluir a uma taxa constante. O achatamento (redução progressiva da inclinação de uma curva) representa assim a redução dessa taxa de crescimento, muito provavelmente devido à tomada de medidas pelas autoridades.

A terceira e última característica da Figura 1 reporta-se aos cálculos de normalização que são necessários para assegurar a comparabilidade dos países analisados. Ao contrário do que aparece diariamente nos noticiários, não nos podemos focar nos números em absoluto. Há que dividir o número de casos pela população desse país. Caso contrário, como poderemos saber se 2.000 óbitos em 24 horas é um número grande ou pequeno? Interessa saber se se trata de um país como os EUA (328 milhões) ou de um país como a Itália (com 60 milhões de habitantes). Por este motivo, o ajustamento ‘per capita’ é importante, considerando-se o número de casos ‘por milhão de habitantes’. Mas existe uma outra normalização que tem de ser feita. Os diversos países não foram todos atingidos ao mesmo tempo com o surto de CoViD-19. Por isso, nas abcissas contam-se o número de dias desde o primeiro óbito por milhão de habitantes, momento que determina o início do surto viral.

Pelo menos até ao momento, Portugal (aqui representado pela linha grossa a preto) está a ter um desempenho melhor que a média dos países mais desenvolvidos e em linha com o da Dinamarca. Países com uma evolução menos pronunciada no seu número acumulado de óbitos incluem a Alemanha, o Canadá e a Finlândia, sendo que os casos da Grécia e do Irão merecem algumas reservas quanto à qualidade dos dados disponíveis. Outra conclusão é que é preciso manter o esforço de contenção e continuar a exercê-lo de forma disciplinada, uma vez que as curvas oscilam e rapidamente (em escassos dias) um ‘bom aluno’ pode transformar-se num caso complicado. Finalmente, há aparentemente países que suscitam muita preocupação, como é o caso do Reino Unido, da Irlanda, dos Países Baixos e da França que parecem trilhar o mesmo caminho percorrido pela Itália, com um atraso de apenas uns dias. Os Estados Unidos parecem estar na mesma rota em que estão a Suíça e o Luxemburgo. E, por fim, o país que à data de 10 de abril 2020 mais preocupação suscitava era a Bélgica, com uma evolução do número acumulado de óbitos, vítimas por CoViD-19, ainda mais pronunciado que a Espanha.

Mais da minha investigação disponível aqui.

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Dados de mortalidade por atualizar desde fevereiro

Apesar do gráfico dizer ‘atualizado a 17 de abril de 2020’, a verdade é que os dados de mortalidade por região de saúde coligidos pelo Ministério da Saúde pararam em 18 ou 19 de fevereiro de 2020.

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Onde parará a bolsa Norte-Americana?

S&P: 640, abaixo dos 666 vistos durante a crise financeira de 2007/8.

Quando? Entre 2021 e 2022.

Isso representaria uma descida de 81,16% desde o pico (3397,03) e levaria o índice bolsista de volta a 1996.

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Novo draft – Competitividade orçamental na OCDE

Está disponível o resumo em português e em inglês do artigo Portugal Vs. a OCDE: A Competitividade Orçamental em Análise[Portugal Vs. the OECD: Fiscal Competitiveness Under Analysis], em coautoria com Luís G. Pêcego.

Resumo. Este artigo pretende determinar que países da OCDE são uma referência quando falamos de reforma do processo orçamental. Usando dados facilmente acessíveis, ordenamos os países pelo seu score de competitividade orçamental (SCO). É um indicador novo que vai para além dos critérios financeiros convencionais da política orçamental como o desequilíbrio das finanças públicas, o peso do Estado ou a carga fiscal. Ao invés disso, focamos em três critérios económicos fundamentais e que determinam se o processo orçamental produz bons resultados: a transparência orçamental, o desempenho do setor público e, finalmente, a orientação das políticas públicas para o futuro. Do Estado espera-se não só que preste contas pelo que faz, mas também que contribua efetivamente para a Riqueza das Nações e para a contínua melhoria da qualidade de vida da população, acautelando riscos e tendências.

Palavras-chave: Competitividade orçamental; Setor público competitivo; Orientação para o desempenho; Transparência orçamental;

Abstract. This article aims to determine which OECD countries are a reference when we speak of reforming the budgetary process. Using easily accessible data, we order countries by their Score for Budgetary Competitiveness (SCO). This is a new indicator that goes beyond fiscal policy’s conventional financial criteria such as the imbalance of public finances, the State’s weight, or the tax burden. Instead, we focus on three fundamental economic criteria that determine whether the budgetary process yields good results or not: budgetary transparency, public sector performance, and, finally, public policies’ orientation towards the future. From the State one expects not only accountability for what it does, but also that it effectively contributes towards the Wealth of Nations and continuously improves the population’s quality of life, safeguarding risks and considering trends.

Keywords: Fiscal competitiveness; Competitive public sector; Performance orientation; Budgetary transparency;

Conclusão 1. Os Países Baixos, a Finlândia e a Dinamarca são claramente os que se destacam não só pelo Score de Competitividade Orçamental, mas também porque estes três países têm componentes com rankings de um só dígito.

Conclusão 2. No quintil de topo, os países com fragilidades relativas estão devidamente assinalados a negrito: Reino Unido e Suíça, na transparência orçamental (TO), Noruega e Suécia no desempenho do setor público (DSP), e a Suécia na orientação para o futuro das suas políticas públicas (OFPP).

Conclusão 3. Da mesma forma, no segundo quintil de topo há países que, embora não tenham R entre 1 a 7, destacam-se pela positiva: a Nova Zelândia e o México na TO, o Luxemburgo e os EUA no DSP e o Luxemburgo e a Alemanha na OFPP.

Mais da minha investigação disponível aqui.

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RTP … mais uma oportunidade perdida

Numa altura em que a esmagadora maioria dos Portugueses está presa em casa, a RTP (Radio Televisão Portuguesa) poderia aproveitar a oportunidade para ganhar quota de mercado às suas rivais. Como? Com uma programação dedicada a quem está – lá está – fechado em casa. Mas não. Em vez disso, continua tudo como igual. Igualmente mau, entenda-se.

Dos rivais não se espera serviço público, mas da RTP …

Também, que sentido faz ter de olhar para publicidade na TV numa altura em que as famílias têm poucas alternativas a ter a TV ligada grande parte do dia. Parece uma tortura dispensável. Acabem com a publicidade enquanto a quarentena durar. Já!

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De 1, fez-se 9

Vejam isto:

https://interestingengineering.com/canadian-doctor-rigs-ventilator-to-treat-nine-patients-instead-of-just-one

O relato de um médico canadiano que já atraiu a atenção de Elon Musk (da Tesla) com a sua inovação: consegue ligar até 9 pessoas a um só ventilador.

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Uma atualização

Com enorme esforço, a Espanha e a Itália começam a dominar o crescimento do número de óbitos por COVID-19.  A França, o Reino Unido e os EUA ainda não.

E por cá? Por agora, estamos ainda piores que a rota macabra. Ver post anterior.

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Em que nos devemos focar?

No número de infetados pelo COVID-19 ou no número de óbitos?

Parece-me que a resposta certa é na evolução do número de óbitos, por duas razões: 1) há países que testam mais que outros, e esses encontrarão um maior número de infetados (mas não terão necessariamente um maior número de óbitos – como é o caso da Alemanha), e 2) Alguns dos infetados recuperarão, mas os óbitos são finais.

Nota: Quanto mais se testar, maior será o número de infetados que encontraremos, mas a taxa de letalidade do vírus será menor porque estão incluídos casos menos graves. Para além da vantagem de, sabendo quem está de facto infetado, isolá-los da comunidade.

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A rota macabra

É bom que não sigamos esta tendência para o número de óbitos por COVID-19 em Portugal.

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Testar, testar e testar

Promover apenas o isolamento não chega. É preciso testar, testar e testar. Caso contrário, quando o isolamento for levantado, o número de infetados aumentará em flecha.

Exija ser testado! Pela sua e a nossa saúde.

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A Espanha está a ficar ainda pior que a Itália

Ainda COVID-19. Esta figura, cortesia do economista de Stanford, Chad Jones, mostra que a Espanha está a ficar ainda pior que a Itália. Reparem como foi usada a regra dos 70: com um processo em crescimento exponencial onde o número de casos (neste caso, óbitos) duplica de N em N dias, a taxa de crescimento é de 70/N. Por exemplo: se o número de mortos estiver a duplicar de 2 em 2 dias, a taxa de crescimento é de 35%.

E Portugal? Portugal tem 14 óbitos COVID-19, hoje dia 22 março. O primeiro óbito foi registado a 16 março. Isso quer dizer que o número de óbitos está a crescer à taxa diária(!) de 27,11% (30%, se começarmos a 17 março, como julgo que seria tecnicamente mais recomendado – veja o gráfico infra para saber porquê). Quer dizer que a este ritmo o número de mortos COVID-19 duplica a cada 2,58 dias. Por este andar, teremos mais de 1000 mortos COVID-19 no dia 9 de abril. E mais de um milhão de mortos a 8 de maio!

Esta semana que hoje começa será particularmente perigosa para Portugal. Por isso: FIQUE EM CASA e convença os mais velhos (70+) a fazer o mesmo. Pela sua e a nossa saúde!

 

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What to call this

We need to start thinking about what we’re going to call this huge (and hopefully, temporary) slowdown in worldwide economic activity.

I propose either Corontraction (Corona contraction), or Reset-sion.

Which would you vote for?

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Uma ideia para a Administração Pública Local

Pensando especialmente na população de risco (70+, doentes ou vulneráveis), deixo aqui uma ideia para Presidentes de autarquias e de juntas de freguesia, que sabem (ou deviam saber) onde se encontram estas pessoas no seu concelho.

Trata-se, então, de um serviço semanal de entrega ao domicílio de um cabaz de alimentos e de medicamentos (se necessários). Tal evitaria que tivessem que sair à rua para fazer compras.

É com alguma satisfação que constato que em Portugal, tal como noutros países (Austrália, EUA, e Reino Unido), este grupo terá o direito de frequentar os espaços comerciais nas primeiras horas da manhã. Contudo, chamo a atenção para o seguinte: se alguns estiverem infetados, infetarão outros. O melhor, então, é que NÃO SAIAM DE CASA! Mas para isso, alguém tem de lhes fazer as compras e entregar em casa.

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Reconquistar a liberdade

Aqui está um artigo do MIT Technology Review que todos deviam ler. Alude a um trabalho de investigação da equipa do Imperial College em Londres que mudou a opinião de Boris Johnson e de Donald Trump quanto à estratégia a seguir para enfrentar o COVID-19.

Chamo a vossa especial atenção para a seguinte figura. Não me vou alongar sobre a mesma, porque quero mesmo que leiam os artigos nos links supra.

 

Finalmente, termino com uma ideia. Num futuro próximo talvez uma forma de reconquistarmos a nossa liberdade de sair à rua seja através de fatos como este – com uma fonte autónoma de oxigénio e bem protegidos das ameaças externas. Elon Musk, se fores leitor deste blog, aqui fica a dica. Tenho a certeza que muitos estariam dispostos a pagar por um.

 

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Testar e isolar

Imaginem uma caixa de maçãs onde algumas estão a ficar podres. O que faria? Opção 1: Arranjar uma caixa maior para o mesmo número de maçãs sem ter a preocupação de saber onde estão as podres (é o que estamos a fazer agora em Portugal com o COVID-19 em que se promove o isolamento social voluntário), ou Opção 2: Ver as maçãs que estão a ficar podres e separá-las para não contaminar as outras.

Já se viu que quanto mais tempo insistirmos com a Opção 1, vamos ter que arranjar caixas cada vez maiores – querendo eu com isso dizer que vamos ter de prolongar por tempo indefinido o isolamento de todos, os infetados e os não infetados.

Por isso, vamos lá testar a população para COVID-19 e isolar durante umas semanas quem der positivo. Senão vamos andar em isolamento social voluntário durante ANOS! É preferível gastar mais no presente para evitar perdas maiores no futuro – chama-se investimento!

Habituem-se ao novo normal: vamos ter de ser testados regularmente para COVID-19. Se der positivo então isolamo-nos umas semanas, sem stress, sem drama. Se der negativo duas vezes estamos safos … até ao próximo teste.

Há escassas semanas a Coreia do Sul estava com um crescimento exponencial do número de infetados até começarem a testar massivamente a população e a isolar os positivos.

Por isso, Sr. Primeiro Ministro peço-lhe que considere o seguinte:

  1. Drive-in em todos os distritos para testar massivamente a população – as pessoas não podem sair dos carros. Se não for assim, vão formar fila e infetar outros. [Aliás, a ideia de ficarem nos carros até serem chamados deveria ser a norma aplicável também às compras em supermercados.]
  2. O teste terá que ser uma rotina – sugiro de 3 em 3 meses. Terá que ser tão natural quanto ir às análises de sangue.
  3. Tornar obrigatório o isolamento de infetados – sendo punido como crime de homicídio quem violar esta obrigação.
  4. Cada infetado deve ter uma espécie de pulseira eletrónica para se monitorar o cumprimento das regras de isolamento. A tecnologia hoje em dia permite monitorar por GPS se os infetados permanecem no seu domicílio ou não.
  5. Os testes ao COVID-19 têm de ser centralizados (mas de fácil acesso à população), públicos e gratuitos (porque se trata de um problema de saúde pública com externalidades negativas gravíssimas). Temo que se não houver controlo, alguns centros poderão classificar erradamente alguns infetados como não infetados (a corrupção existe, infelizmente).

Está na altura de começarmos a dar a volta por cima.

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Música ao vivo no Instagram a partir de hoje

A partir das 17h00 de hoje, vá ao Instagram e assista a espectáculos de música ao vivo, a pensar em quem (como eu) está voluntariamente isolado em casa. Obrigado artistas!


 

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Automedique-se com Paracetamol e não com Brufen

https://www.tsf.pt/mundo/oms-desaconselha-uso-de-ibuprofeno-para-tratar-sintomas-da-covid-19-11942463.html

Afinal, não se recomenda a toma de Brufen.

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Uma ideia simples e eficaz

No âmbito do distanciamento social que o momento impõe, que tal o seguinte:

Numa ida ao grande comércio, à entrada do parque de estacionamento é nos dado uma senha, pela qual somos chamados sequencialmente, mas esperando por isso no automóvel. Não faz qualquer sentido só poderem entrar uma mão cheia de pessoas dentro da loja, quando cá fora entá uma massa de pessoas à espera de entrar.

Fica a dica para as grandes superfícies que ainda estiverem abertas nas próximas semanas.

Soube que na Austrália a loja Woolworths agora tem um horário só para os 70+. Faz sentido e vale a pena equacionar também por cá …

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